Um mergulho profundo no modelo de segurança do Parallax: assinaturas para autoria, PVM para semântica, Prova de Trabalho para tempo e consenso Nakamoto para história canônica.
O ECDSA decide quem pode agir (autoria válida).
Define o que as ações fazem (transições de estado).
Estabelece quando as ações ocorrem (ordenadas por PoW).
Seleciona qual história prevalece (cadeia mais pesada).
// Pseudocode: PVM-side validation sketch
verify(tx):
msg = keccak256(encodeTxForSig(tx))
pub = ecrecover(msg, tx.v, tx.r, tx.s)
require(address(pub) == tx.from)
require(tx.nonce == account.nonce)
// gas accounting & state updates proceed
// Conceptual block processing
for (tx of block.txs):
result = PVM.execute(tx, state)
commit:
stateRoot = MPT(state)
receiptsRoot = MPT(receipts)
header.stateRoot = stateRoot
header.receiptsRoot = receiptsRoot
// Block header sketch
header = {
parentHash,
stateRoot,
txRoot,
time,
nonce,
difficulty,
mixHash, // XHash result
}
assert(block.parent.hash == parentHash)
assert(XHash(header) < target(difficulty))
// Choose chain with max cumulative work
best = argmax(chains, sum(block.work for block in chain))
Uma transação assinada entra no mempool → o minerador propõe um bloco → a PVM executa de forma determinística → o cabeçalho se compromete com estado/recibos → o XHash prova o trabalho → a rede adota a cadeia válida mais pesada. A escassez (21M, halvings) sustenta toda a execução.